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Requerimento teve nove assinaturas. Objetivo é criar Comissão Especial de Inquérito para apurar suposto cartel de postos de combustíveis.

Por G1 AL

19/04/2017 18h45

Vereador diz ter tomado conhecimento de denúncias sobre suposto cartel de postos de combustíveis em Maceió (Foto: Reprodução/TV Gazeta) Vereador diz ter tomado conhecimento de denúncias sobre suposto cartel de postos de combustíveis em Maceió (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Vereador diz ter tomado conhecimento de denúncias sobre suposto cartel de postos de combustíveis em Maceió (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Vereadores da Câmara de Maceió querem abrir uma investigação para apurar o suposto cartel de postos de combustíveis para fixar o preço cobrado pela gasolina na capital alagoana. Nesta quarta-feira (19), eles reuniram assinaturas em um requerimento com objetivo de abrir uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) sobre o assunto.

De acordo com o vereador Zé Márcio Filho (PSDB), a gasolina em Maceió é uma das mais caras do Nordeste.

Ele conta que tem recebido diariamente denúncias e reclamações sobre o alto preço do combustível cobrado por donos de postos na capital alagoana.

“Não é mais possível não discutirmos por que em Maceió o consumidor é obrigado a pagar R$ 4 em um litro de gasolina quando em outras cidades do estado o preço chega a R$ 3,20, R$ 3,40. Todos os dias escuto programas de rádio e são inúmeras as ligações dos ouvintes reclamando de um suposto cartel no preço do combustível”, destacou Zé Márcio Filho.

O requerimento para criação da CEI dos Combustíveis foi aprovado por 9 integrantes da Câmara Municipal.

Na sessão de quinta (20), o documento será lido em Plenário e caberá ao presidente da Casa, vereador Kelmann Vieira (PSDB), de comum acordo com as lideranças, indicar os nomes que vão compor a comissão.

O vereador Francisco Sales (PPL), ao apoiar a iniciativa da criação da CEI, lembrou que o Procon em Alagoas está impedido de autuar e multar postos de combustíveis, entretanto, o órgão ainda pode fiscalizar esses estabelecimentos.

“É preciso investigar o que está acontecendo e por que o maceioense paga mais caro que os consumidores dos outros lugares do estado”, expôs Francisco Sales.

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